Conferência Gestão de Frota 2015: gestão direta de serviços

alexandre lima iberofleeting

Numa gestão direta da frota é importante uma seleção cuidada do prestador de cada serviço. Nomeadamente as condições comerciais oferecidas, a qualidade e rapidez do atendimento ou resolução dos processos, esclarece Alexandre Lima, diretor comercial e de operações da Iberofleeting na Conferência Gestão de Frota 2015

Alexandre Lima, diretor comercial e de operações da Iberofleeting, uma empresa de consultadoria para a gestão de frotas, foi à 4.ª edição da Conferência Gestão de Frotas, organizada pela Fleet Magazine, revelar quais os parâmetros e os riscos que devem ser tidos em conta quando se aborda a gestão direta do parque automóvel de uma empresa, bem como os benefícios económicos que esta decisão pode acarretar para a empresa.

E, para isso, considerou os quatro serviços que considera terem maior impacto no valor dos custos mensais de utilização da viatura: manutenção, pneus, seguro e veículo de substituição.

Utilizando exemplos para referir apenas valores indicativos do custo de cada parâmetro, Alexandre Lima destacou a importância de uma seleção cuidada do prestador de cada serviço, nomeadamente as condições comerciais oferecidas e, no caso das manutenções, a qualidade e rapidez do serviço prestado, seja dentro da rede oficial ou em cadeias de oficinas multimarca.

Nos pneus, Alexandre lima destacou a necessidade de auscultação constante do mercado para garantir não só os melhores preços como a assistência a nível nacional, ou a oferta de serviços complementares, onde se inclui viatura de cortesia ou recolha e entrega do automóvel nas instalações do cliente.

Sobre os seguros, lembrou que é importante definir desde logo as coberturas necessárias, destrinçando o que é essencial do que é acessório. “É também importante na negociação dos seguros selecionar um interlocutor, sendo vantajoso que ele trabalhe com várias companhias e que se mostre disponível para fazer um acompanhamento das necessidades do cliente”, acrescentou. “E ter desde logo em consideração se o que pretendemos são apólices individuais ou de frota e quais as vantagens que dai possam advir.”

Além disso, alertou também para a importância de ficar definida, logo à partida, quais as condições de agravamento do prémio em caso de sinistro, bem como a forma e a celeridade como o processo de resolução poderá ser conduzido.

Convidado por um dos utilizadores da aplicação a responder se a gestão subcontratada não é, pela sua natureza, mais eficiente do que uma alternativa de criar uma equipa interna dedicada, o orador respondeu que sim. “Efetivamente, existem neste momento empresas que podem processar esses serviços, com vantagens económicas decorrentes de sinergias de negociações com os fornecedores e parceiros, dispensando ainda a necessidade de investimento em recursos internos”.

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