Brisa reforça frota com veículos elétricos

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Oito novos Volkswagen e-up! entram ao serviço na Brisa

Os Centros Operacionais da Brisa passam a contar com oito Volkswagen e-up! e, para garantir a capacidade de resposta destes veículos, a empresa vai instalar uma rede de 16 postos de carregamento.

Este reforço da frota ecológica e da rede de postos de carregamento implica um investimento de cerca de um milhão de euros.

O Volkswagen e-up! é o veículo de entrada da marca alemã no segmento da mobilidade elétrica, desenvolve uma potência de 82 cv e tem uma autonomia máxima de 160 km. O tempo de carga varia entre as 6 e 9 horas mas, num posto de carga rápida, pode carregar 80% da bateria em apenas 20 minutos.

A Brisa utiliza também outra unidade elétrica na sua frota, um e-Golf, acompanhando, desde 2005, toda a evolução do mercado automóvel no que diz respeito a viaturas hibridas e elétricas. Nesse ano assumiu o compromisso de procurar e dotar as suas equipas de terreno com veículos mais sustentáveis e ecoeficientes, através do projeto O2 e da marca Eco Brisa. Neste projeto, a avaliação das novas soluções é completada com viaturas convencionais constituindo-se cada vez mais uma “frota ecológica”.

Em 2011, no seguimento do projeto O2, surge um novo desafio: o Projeto Viatura Elétrica. A partir desta data, o investimento em carros elétricos resultou na aquisição de mais de 14 veículos elétricos (8 dos quais os VW e-up!) e 11 veículos híbridos.

As soluções de mobilidade e ambientais não passam apenas pela vertente das máquinas e equipamentos, é fundamental o acompanhamento da parte humana onde os condutores são os protagonistas. Neste sentido, a Brisa criou em 2011, a Academia Brisa de Condução (Academia ABC), dirigida à parte comportamental dos seus colaboradores, com consequências ao nível ambiental e de segurança, extensiva a entidades externas. Desenvolveram-se programas de Eco condução e de condução de Defensiva.

Com este programa, a organização (universo das viaturas conduzidas pelos formandos) evidenciava uma economia potencial de 9% (2011 a 2014), a par de uma redução da sinistralidade de 5.2% (dos condutores Brisa).

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