Classe E: opções para empresas

Desde 2016, a Mercedes-Benz tem vindo a renovar a sua gama de Classe E e é hora de olhar para trás e verificar o que este modelo representa para a marca.

E nada melhor para o fazer do que dar oportunidade de testar simultaneamente as diversas opções para perceber as diferenças entre si.

Para as empresas, a versão mais vendida tem sido o E220d Limousine.

O facto de o modelo ter entrado em final de ciclo de produto fez com que as vendas tenham começado a descer, mas desde o lançamento, em 2016, o interesse voltou a aumentar.

O valor residual solidamente estável, juntamente com o nível de equipamento de série são alguns dos principais argumentos de vendas a empresas.

O facto de existir uma versão Plug-in com benefícios fiscais (através da qual se consegue uma redução da tributação autónoma, bem como uma dedução do IVA), é outro dos atrativos.

Junte-se o equipamento de segurança e a qualidade de construção deste modelo e tem-se os vectores pelos quais o modelo tem vindo a ser cada vez mais procurado.

Opção para frotas?

A FLEET MAGAZINE teve oportunidade de testar praticamente todas as versões do Classe E, desde o Limousine, ao Station, passando pelo All-Terrain e em motorizações distintas.

As opções testadas afirmam as diferenças entre si, mas o que foi interessante foi ver como o comportamento dinâmico entre um Limousine e uma Station, por exemplo, pouco diferem.

Ou que a opção do All-Terrain traz uma segurança maior em asfalto, mas também faz com que o carro seja mais pesado na condução.

Embora seja apenas um modelo que representa 10% do total das vendas da Mercedes-Benz Portugal, o peso das frotas nas vendas do Classe E é de 60%.

A Mercedes-Benz Portugal não tem um estudo de TCO disponível que permita averiguar os custos detalhados de utilização desta viatura, mas o preço conseguido para frotistas, desde os 55 mil euros (E220d Limousine, condições para frotistas) torna o Classe E numa opção a considerar.

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