Como a Fleet Magazine publicou em junho de 2017, as vendas automóveis em Portugal cresceram acima das estimativas apontadas pela principal associação do sector.

A privacidade quanto à titularidade dos registos automóveis continua a dificultar a total transparência da segmentação do mercado.

Mais ainda em 2017, quando se estima que as chamadas “matrículas Km0” possam ter valido 15 a 20% dos registos.

Com base na média ponderada da percentagem das vendas profissionais indicada pelas principais marcas, conjugada com os números da ACAP e da ARAC (rent-a-car), esta é uma
previsão da distribuição do mercado.

Face a 2016, verifica-se uma descida da importância percentual das frotas na distribuição do mercado de 2017, o que pode ser explicado pelo crescimento do volume de auto-matrículas bem como do crescimento do canal RaC.

As vendas a empresas englobam as compras de gestoras de frota (incluindo a fracção para renting a privados), aquisições diretas de entidades estatais, empresas e ENI.

O rent-a-car teve também uma importância acrescida em 2017.

Os 24% apontados pecam seguramente por defeito, uma vez que há cada vez mais pequenas empresas RaC, cujos valores não foram incluidos por não pertencerem à associação do setor.

O ano terminou também com um número recorde de registos: mais de 2,7 milhões de registos de viaturas novas e usadas.

Vendas carros novos:

  • Ligeiros de passageiros: 222.134 (+7,1%)
  • Comerciais ligeiros: 38.520 (+10,4%)

(DADOS ACAP/ACEA/ARAC/MJ)