Carros elétricos da Engie com “kit’s” de Fuel Cell

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Frota grupo ENGIE:

conciliar TCO com ecologia (parte I)

Por ser o maior produtor privado de eletricidade do Mundo e também o maior importador de gás natural da Europa, era importante saber qual é a presença deste tipo de motores na frota automóvel da ENGIE.

“Estão já em vigor no nosso grupo, políticas e estratégia de transição energética da frota, com a substituição gradual dos veículos de combustão para veículos elétricos, híbridos e igualmente a hidrogénio.

Atualmente, muitas empresas do grupo ENGIE já estabeleceram a meta de 2020 para a eliminação de veículos a combustão na frota.

Esta estratégia é adotada em todo o Mundo, pelo que Portugal revê-se nesta ambição e também prossegue os mesmos objetivos”, afirma Marco Gil.

A este propósito, o gestor lembra o exemplo de França:

“A ENGIE tem trabalhado de perto em projetos de extensão da capacidade dos veículos elétricos, dotando estes de kit’s de hidrogénio (Fuel Cell), como é o caso da parceria entre a ENGIE, Michelin e Symbio FCell em França”.

A boa recetividade dos utilizadores encoraja o processo de renovação para outros modelos de veículos.

“Não sentimos desconfiança ou pouca recetividade à adoção de viaturas elétricas ou híbridas.

É hoje um tema que já é comummente adotado pela sociedade e até existe curiosidade em experimentar viaturas deste género”.

Mas a autonomia continua a ser o maior de todos os obstáculos.

“É ainda o maior problema para a nossa atividade, bem como a falta de uma rede de postos de carregamento rápido que garantam uma maior mobilidade.

O nosso grupo vê como solução a médio prazo o uso de veículos movidos a hidrogénio ou híbridos (hidrogénio e elétricos), assim que existir uma baixa do preço de produção e um aumento de postos de abastecimento”.

Para os leitores que queiram conhecer melhor esta tecnologia:

BI da Frota grupo ENGIE

  • Dimensão da frota: aproximadamente 130 viaturas. Cerca de 80% são comerciais;
  • Marcas e modelos predominantes: Peugeot Partner, Volkswagen Caddy e Citroën Berlingo nos modelos comerciais. Nos ligeiros de passageiros existe uma dispersão de marcas, desde Ford, Seat, Renault até BMW em segmentos mais elevados.
  • Idade média da frota: 4 a 5 anos;
  • Financiamento: renting com manutenção incluída, tipicamente 48 meses/ 100 mil quilómetros, podendo ser ajustado consoante o perfil de utilização. (Não contratamos Seguro, pneus, viatura de substituição nem seguro de recondicionamento)
  • Critério de aquisição: viaturas negociadas diretamente com as marcas, em alguns casos baseados em contratos internacionais. Negociação posterior com as locadoras;
  • Gestoras com maior presença na frota: Leaseplan, ALD Automotive, Arval, VWFS;
  • Equipamento: obrigatório equipamento de segurança ativa (ABS, ESP) e sistema mãos livres;
  • Georeferenciação e/ou de controlo/gestão da frota: sistemas de localização e gestão de frota através de GPS que permitem não só aceder à localização das viaturas, como analisar, em tempo real, o estilo de condução para agir proactivamente;
  • Decoração: versões comerciais decoradas com a imagem definida pelo Grupo, que tem por base a criação de uma identidade única em todo o Mundo para o melhor reconhecimento da marca.