DriiveMe fecha 2018 com número recorde de viagens e um milhão de utilizadores europeus

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A DriiveMe encerra 2018 com mais de 60 mil utilizadores registados em Portugal e Espanha, superando um milhão de utilizadores em toda a Europa.

Quanto às viagens oferecidas, a DriiveMe realizou mais de oito mil trajectos em Portugal e Espanha, e mais de 110 mil em toda a Europa.

Na região ibérica foram realizadas cinco mil viagens e em todo o continente europeu mais de oitenta mil.

Entre os clientes que decidiram utilizar este sistema para mover os seus automóveis, encontram-se frotas, empresas de aluguer de automóveis e particulares.

Entre Portugal e Espanha, a DriiveMe já tem contratos de transporte de veículos com mais de 80 clientes (entre eles, empresas como a AVIS); e, em toda a Europa, são já mais de 400 os que escolhem a empresa francesa para os seus movimentos de veículos.

“Em 2018, a DriiveMe tornou-se numa alternativa real para as empresas. Isso faz com que sejamos mais competitivos em 2019, o que nos permitirá ajustar preços sem descuidar a qualidade do serviço”, afirma David Díaz, responsável pelo projeto 1Rent e, presentemente, Manager Development da DriiveMe em Portugal e Espanha.

A DriiveMe é um ponto de encontro entre as agências de aluguer, que necessitam de mover os seus veículos para devolvê-los às suas estações de origem, e os utilizadores particulares, que pretendem alugar um veículo a um preço reduzido.

A plataforma está disponível através da Internet e via App.

O processo de alugar um automóvel é muito similar ao de um aluguer normal: o condutor acede à plataforma, escolhe o veículo, a data e a hora a que vai recolhê-lo, entre as opções disponíveis. Logo que tenha reservado a rota, pelo preço simbólico de 1 euro, apenas terá que pagar as portagens (caso existam) e o combustível.

A empresa criada em França tem planos de expansão e vai inaugurar a aplicação em Itália e na Alemanha, convertendo a DriiveMe em líder europeu deste género de soluções.

Recentemente absorveu a startup espanhola 1Rent, aumentou os seus quadros para um total de 10 trabalhadores entre Portugal e Espanha.