A Lexus Portugal vai incluir o UX no Programa de Incentivos a Empresas da marca e comercializar assim este modelo para o mercado profissional.

Embora o preço de arranque do 250h seja de 42.500 euros (curiosamente, num nível de equipamento a que chama de Business), a marca levanta alguma esperança sobre a venda a frotas poder ser feita dentro de patamares fiscalmente vantajosos.

“Ainda não o podemos assumir oficialmente, mas estamos otimistas em relação a esta oportunidade [de ter vendas abaixo dos 35 mil euros]”, diz Nuno Domingues.

“A expectativa de venda a pequenas e médias empresas é ambiciosa”, diz o diretor.

A marca vai ter propostas de financiamento dirigidas a empresas. Uma delas será o produto de ciclo de troca da financeira de marca – Lexus Financial Services (LFS) – com uma proposta “muito competitiva para empresas”. Outra vai ser uma solução interna de renting suportada não só pela LFS, como pela parceira Finlog (e locadora dentro do mesmo grupo Salvador Caetano). “Estamos expectantes que sejam soluções muito competitivas”, diz.

Argumentos para empresas

A nível de posicionamento, a própria Lexus Portugal admite que esta não será uma viatura para massificar no mercado de empresas, dado que não usufrui das mesmas vantagens fiscais que os Plug-in e 100% elétricos (BEV) – a sua motorização é híbrida convencional.

“Não obstante”, disse Nuno Domingues, o diretor da marca à Fleet Magazine, “tem um conjunto muito interessante de argumentos para o mercado empresarial”.

Entre eles, e destacados pelo próprio diretor:

  • Única opção eletrificada neste segmento;
  • Sistema híbrido Lexus de 4ª geração, com emissões de CO2 e consumos de combustível de referência (a Fleet Magazine fez 4,5 l/100km durante a apresentação internacional dinâmica);
  • Lexus Safety System de série em todas as versões (sistema de segurança ativa que contribui de forma determinante para a redução da sinistralidade);
  • Elevado conforto de utilização sem quaisquer restrições, nomeadamente, carregamento elétrico.

Híbridos Lexus nas empresas

A marca tem vindo a aumentar a penetração deste tipo de motorização na venda a empresas.

“Em 2013 passámos a ter uma gama com versões híbridas em todos os modelos”, diz Nuno Domingues. “Atualmente sentimos que as empresas estão cada vez mais recetivas à tecnologia híbrida, sendo que essa tem algumas vantagens quando comparada com outras alternativas de eletrificação, nomeadamente, a elevada eficiência em modo híbrido assim como a ausência de necessidade de alteração os hábitos de vida em função da necessidade de carregamentos externos. Sentimos que é a solução que melhor serve os interesses da sociedade a um custo comparável com as motorizações convencionais”.