Sérgio Pereira, Diretor-Geral da Kapten em Portugal, falou à Fleet Magazine sobre desafios para o futuro, fiscalidade e mobilidade.

Além de Lisboa e Porto, a Kapten pretende chegar a mais cidades portuguesas?
Sem dúvida que sim. É precisamente um ponto em que temos andado a trabalhar para que possamos entrar em novos mercados em 2020. Nomear estas cidades é ainda prematuro, mas queremos criar e solidificar cada vez mais a nossa presença em Portugal, que já é um mercado de referência para a Kapten Global.

E quais os desafios da Kapten para 2020, em Portugal?
Um dos desafios que temos em mãos é o de desmistificar o modelo de negócio que a Kapten defende e aplica. Por exemplo, a maioria das pessoas desconhece o facto de sermos uma entidade que tem instalações em Portugal onde paga os respetivos impostos, ao contrário de outros players do mesmo setor. Além disso, temos o desafio de nos superarmos de forma constante, visando ser a plataforma de TVDE de referência em Portugal.

A eletrificação da frota é algo que a Kapten considera, num futuro próximo?
Um dos nossos pilares assenta em sustentabilidade e estamos inclusivamente a preparar um plano nessa área para ser ativado nos próximos tempos. Portanto, ampliar a frota eletrificada é, sem dúvida, uma prioridade para a Kapten.