A Bact3ria, empresa especialista na decoração de viaturas para empresa, fechou 2019 com 1.200 viaturas intervencionadas no ano, totalizando 18.395 veículos desde 2003.

E num ano que registou um crescimento de 20% no volume total de facturação, a empresa, com sede nos arredores da capital, passou a contar também com uma equipa no Porto, para dar apoio aos clientes do norte do país ou com frota nesta região desse modo garantindo preços mais competitivos.

“Para 2020 apostámos em nova tecnologia para acompanhar as necessidades do mercado e dos nossos clientes”, começa por dizer Bruno Vidigal, sócio fundador da Bact3ria.

“Adquirimos uma máquina de impressão 3D, uma nova máquina de laser mais potente, mais rápida e maior, e investimos também numa máquina de impressão direta de 300x200mc. O objectivo é obter mais rapidez e qualidade de resposta”, explica.

Contando atualmente com 22 colaboradores efetivos, a empresa líder do mercado da decoração de viaturas conquistou alguns novos clientes (Stanley, Daikin…) e consolidou a relação com outros (Câmara Municipal de Oeiras, OLX, NOS…), numa demonstração de vitalidade mas também de confiança no trabalho da equipa dirigida por Bruno Vidigal.

Além de trabalhar directamente com algumas frotas, a equipa mantém uma relação privilegiada com algumas gestoras de frota – Leaseplan, Arval… – e também com o grupo FCA.

História da empresa

“O nome bact3ria vem da ideia de contaminação, de algo que se espalha de forma positiva”, revela Bruno Vidigal.

Mas mais do que uma questão de estilo ou design, o número 3 que consta no nome da empresa deve-se às três áreas de negócio que existiam no arranque da atividade, em 2003: vinil, design e wear.

“Hoje temos dez áreas de negócio: impressão digital, impressão direta, CNC, vinil de recorte, oficina (serralharia e carpintaria), design, corte e gravação a laser, departamento 3D,e estampagem de vestuário”, explica.

A empresa começou quase por acaso: o seu fundador começou a fazer autocolantes para os amigos com uma plotter, mas o crescimento das solicitações levaram-no a adquirir mais máquinas e a transformar o passatempo num negócio.