A Repsol prepara-se para dar início à construção de uma unidade de biocombustíveis avançados de baixa emissão na sua refinaria de Cartagena, em Espanha.

A unidade, que entrará em funcionamento a partir de 2023, terá a capacidade para produzir 250 mil toneladas anuais de hidrobiodiesel, biojet, bionafta e biopropano.

Os biocombustíveis avançados – preparados para serem utilizados no sector rodoviário e da aviação – serão produzidos a partir de matéria-prima reciclada e permitirão reduzir 900 mil toneladas de CO2 por ano.

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De acordo com Josu Jon Imaz, CEO da Repsol, a empresa multienergética está a “impulsionar uma nova rota tecnológica que será fundamental no caminho para a neutralidade carbónica”. O investimento de 188 milhões de euros nesta instalação junta-se assim aos “projetos já implementados em eficiência energética, produção de eletricidade com baixas emissões, hidrogénio renovável, economia circular, combustíveis sintéticos e captura, ouso e armazenamento de CO2”, diz Imaz.

A Repsol mantém compromisso, assumido em 2019, de ser uma empresa de zero emissões líquidas até 2050.