A Câmara Municipal da Maia está a renovar a sua frota automóvel.

Nesta renovação, que inclui um total de 90 carros, está em curso uma transição para modelos 100% elétricos e híbridos plug-in.

Sabe-se que estes carros serão contratados em renting, por 60 meses, num valor total que ascende aos quase dois milhões de euros (1.991.760 euros).

A Câmara da Maia vai assim ter à sua disposição:

  • Volkswagen ID.3
  • smart EQ
  • Mercedes-Benz A 250e Limousine

Recentemente, o município da Maia apresentou 20 elétricos Volkswagen ID.3 e smart EQ. Os modelos ID.3 estarão ao serviço da Polícia Municipal.

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A Sociedade Comercial C. Santos foi responsável pela entrega de 20 unidades smart EQ e cinco unidades Mercedes-Benz A 250e Limousine – um processo de entrega que começou no final de 2021 e está agora concluído.

De acordo com António Silva Tiago, presidente da autarquia, “estes veículos estão destinados ao desenvolvimento dos vários serviços municipais em áreas como policiamento, Proteção Civil e outras áreas de intervenção municipal, sendo utilizados numa lógica de gestão eficiente dos recursos e de serviços partilhados”.

Como aderir à mobilidade elétrica com segurança

António Silva Tiago diz ainda que esta decisão “representa inequivocamente uma mudança de paradigma energético, começando a abandonar de forma substantiva o consumo de combustíveis fósseis, para adotar consumos ambientalmente mais amigáveis cujos impactos na qualidade do ar são incomparavelmente menos nocivos”.

A Câmara da Maia fez saber que uma das suas principais prioridades é a redução da pegada carbónica, pelo que “a descarbonização da sua frota automóvel representa um grande passo no paradigma da mobilidade sustentável”.

De acordo com a CM da Maia, a reconversão da frota automóvel integra-se nos objetivos delineados no BaZe – um laboratório vivo para a descarbonização que tem vindo a adotar várias soluções experimentais que garantam usos mais eficientes e sustentáveis da energia e dos recursos, mas também da gestão eficiente da mobilidade e das interações humanas com o território, com vista à sua replicação à escala concelhia.