Chega apenas em dezembro de 2025, mas a Mazda já fez saber quais os preços do renovado CX-5. A partir de 39.988 euros, o novo SUV enquadra-se no segundo patamar da Tributação Autónoma, ficando por isso sujeito a uma taxa de 25% sobre os encargos (visto tratar-se de um modelo mild-hybrid movido a gasolina).
A terceira geração do CX-5 foi, diz a Mazda, “concebida para se adaptar à realidade atual de vida”. Embora mantenha o mesmo formato que a geração anterior, o novo CX-5 evolui a linguagem de design Kodo – Alma do Movimento da marca nipónica e integra as mais recentes tecnologias Skyactiv, que foram introduzidas em 2012, quando a marca apresentou a primeira geração do modelo.
A bordo o CX-5 também apresenta algumas novidades: um novo ecrã central de 12,9 (ou 15,6) polegadas, com integração semelhante à de um smartphone, com menus personalizáveis. A isso junta-se a integração Google (uma estreia nos automóveis Mazda) e um painel de instrumentos digital de 12,5 polegadas.

Por fora, nota para o seu formato – agora – mais desportivo, porém sem nunca esquecer o seu caráter familiar. As suas novas proporções e distância entre eixos reforçam a sua presença e estabilidade na estrada, ao mesmo tempo que aumentam o espaço interior – tem mais 61 litros de carga do que o seu antecessor, portas traseiras com abertura mais ampla e um banco rebatível 40:20:40.

Relativamente ao “coração” deste novo SUV, é composto por um motor 2.5 litros a gasolina e-Skyactiv G de 141 cv, acoplado à tecnologia 24V Mazda M Hybrid, com um sistema brake-by-wire. Este bloco, maior, substitui o anterior 2 litros. Disponível em variantes de tração dianteira (FWD) e tração integral (AWD), o CX-5 poderá fazer consumos – informação ainda perliminar – entre os 7 e os 7,5 l/100 km.



























