O Renault Captur E-TECH (PHEV) tem um preço de aquisição e custos de utilização equiparáveis às versões a gasóleo 1.5 dCi com 115 cv.
O facto de ser “plug-in” resulta também numa vantagem para as empresas, já que o valor de aquisição para frotas situa-se abaixo dos 27.500 euros (sem IVA, dedutível por se tratar de um “plug-in”), daqui resultando uma taxa de Tributação Autónoma de apenas 5% sobre os encargos com a viatura.
Como o Renault Mégane PHEV, com o qual partilha a tecnologia híbrida “plug-in”, não apresenta grande diferenças exteriores, além da presença de dois “bocais de abastecimento”, situados em cada lateral traseira do veículo, dos dísticos identificativos “E-TECH” e de uma subtil alteração na parte inferior do pára-choques traseiro.
A introdução desta tecnologia não interferiu com a habitabilidade ou com a modularidade do banco traseiro do Captur (que continua a poder movimentar-se em 16 cm sobre calhas, apesar das baterias ficarem situadas sob o assento), mas, apesar de ser mantida a capacidade “normal” da bagageira (mínimo 379 litros), o espaço habitual do pneu suplente passa a abrigar apenas um sistema anti-furo.
O tanque de combustível é igualmente reduzido para 39 litros.
O painel de instrumentos digital de 10.2” e o ecrã central que alberga o sistema multimédia EASY LINK 9.3” permitem monitorizar ou controlar os sistemas de condução e as informações do sistema híbrido.
http://fleetmagazine.pt/2020/07/23/renault-e-tech-clio-captur-megane/
Detalhes técnicos do Renault Captur E-TECH (PHEV)
- Motor 1.6 a gasolina, coadjuvado por dois motores elétricos;
- Bateria de 9.8 kWh (400V) fabricada pela Hitachi;
- Potência total de 160 cv;
- Transmissão automática com até 15 modos de condução combinados;
- Consumo e emissões WLTP de 1,4 l/100 km e 32 g/km
- Autonomia 100% elétrica: até 50 km em estrada, até 65 km em cidade;
- Sistema “EV” e “e-Save” (para reservar bateria para os momentos de condução 100% elétrica) controlados através do sistema Multi-Sense;
- No modo “Sport”, se o pedal de acelerador for pressionado a fundo, os três motores trabalham em simultâneo para entregar a potência máxima, desde que a bateria tenha energia suficiente;
- Instrumentação e comandos específicos para monitorizar o sistema híbrido;
- Velocidade máxima de carregamento de 3,7 kWh;
- Tempos de carregamento da bateria: de 3 a 5 horas dependendo da potência recebida (pode ligar-se a postos até 22 kWh, mas a entrada de energia está limitada a 3,7 kWh);
- Modos de intensidade da recuperação de energia controlados a partir do manípulo da transmissão automática.



































