Uma Renault ligada às tomadas europeias já em 2030.

Esta promessa foi feita por Luca de Meo, diretor executivo do grupo francês, em declarações ao site Automotive News Europe.

O responsável assegurou que toda a gama Renault vendida na Europa será totalmente constituída por soluções elétricas a partir de 2030.

Semelhante destino terá a Dacia, no entanto mais tarde. Luca de Meo diz que a transição energética da Dacia acontecerá depois de 2030. Porquê? A razão prende-se com a estratégia do grupo, que quer que a subsidiária mantenha uma estrutura de preços acessíveis por mais tempo.

O novo 5

Uma das grandes novidades que a marca tem preparada é a re-entrada no mercado do clássico 5, desta vez totalmente elétrico.

Sustentado pela nova plataforma CMF-BEV para elétricos compactos, o novo 5 garantirá cerca de 400 km de autonomia e será disponibilizado a preços capazes de competir com o ZOE – espera-se mesmo que seja vendido, em Portugal, abaixo dos 25 mil euros.

Renaulution: a nova vaga da Renault rumo à recuperação económica, modernidade e eletrificação

Em 2021, estes foram os resultados da estratégia de eletrificação do grupo francês:

  • A gama E-TECH representou 30% das vendas europeias de ligeiros de passageiros da Renault (contra 17% em 2020)
  • O ZOE foi o segundo modelo elétrico mais vendido na Europa
  • As vendas de elétricos ou eletrificados Renault, em Portugal, representaram 14% do volume total de vendas da marca
  • Em dezembro passado, a Renault foi a marca que mais ligeiros elétricos matriculou em Portugal
  • A Renault está no pódio dos carros elétricos em França, onde é líder, em Itália (2.ª posição) e em Portugal e na Alemanha ocupa o terceiro lugar nas preferências dos utilizadores de mobilidade elétrica
  • No que respeita ao mix de vendas de automóveis híbridos de passageiros, a Renault mantém estes números: Clio – 19%, Captur – 24% e Arkana – 56%