A Ascendi apresentou no passado dia 20 de novembro de 2025 o seu Plano de Resiliência Climática (PCR).
O PCR agora apresentado identifica como principais desafios climáticos a afetar as concessões rodoviárias a intensificação de fenómenos externos como ventos fortes, precipitação intensa, ondas de calor e risco de incêndios florestais.
Assim, e por forma a dar uma resposta eficiente aos riscos atrás enunciados, a Ascendi definiu um conjunto de medidas prioritárias, centradas na resiliência da infraestrutura e na adaptação às novas condições climáticas.
Assente em três grandes objetivos, este PCR visa diagnosticar detalhadamente os impactos das alterações climáticas nas infraestruturas sob gestão da Ascendi, identificar e implementar medidas de adaptação e mitigação que promovam a resiliência e sustentabilidade das infraestruturas e, por fim, dotar a Ascendi de “uma estratégia robusta e capacidades institucionais para liderar a resiliência climática no sector, promovendo segurança rodoviária, inovação, eficiência e criação de valor para os stakeholders”, adianta a organização em comunicado.
Medidas do Plano de Resiliência Climática da Ascendi
- Priorização de materiais resistentes;
- Criação de sistemas inteligentes de monitorização com alertas precoces para os utilizadores;
- Monitorização contínua da vulnerabilidade dos ativos (incluindo estradas e infraestruturas);
- Reforço da vigilância sobre os sistemas de drenagem;
- Estudo de sistemas de proteção contra o vento;
- Aposta na gestão florestal;
- Implementação de uma plataforma digital dedicada à gestão de impactos climáticos;
- Desenvolvimento de planos de manutenção ajustados ao contexto climático atual;
- Definição de estratégias para redução das emissões de CO2, alinhadas com os compromissos de sustentabilidade da empresa.
Plano de Segurança Rodoviária da Ascendi reconhecido internacionalmente
Este PCR está inserido na estratégia ESG da Ascendi e responde às exigências do contexto regulatório europeu, nomeadamente a Diretiva para a Comunicação de Informação sobre a Sustentabilidade das Empresas (CSRD) e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, diz a Ascendi
Bernardo Serafim, COO da Ascendi, começa por dizer que as alterações climáticas são uma realidade inegável, com impactos cada vez mais visíveis nas infraestruturas que a Ascendi gere. “Somos players de um sector vulnerável às alterações climáticas, o que reforça a urgência de antecipar, inovar e agir com determinação”, acrescenta.
Sandra Rafael, secretária-geral do IDAD, parceiro da Ascendi na elaboração deste plano, diz que o PCR posiciona a Ascendi como agente ativo na transição climática, num sector determinante para o desenvolvimento e segurança do país.


























