A ACAP – Associação Automóvel de Portugal volta a divulgar as listas dos modelos mais vendidos em Portugal e das marcas com maior número de matrículas durante 2025. As surpresas, essas, não são muitas.
O Grupo Renault volta a colocar pelo segundo ano consecutivo um modelo no lugar cimeiro do ranking de ligeiros de passageiros mais matrículas em Portugal. Desta vez, o Renault Clio leva a coroa, com 8.242 unidades matriculadas em 2025, o que representa um crescimento de 28,3% relativamente ao período homólogo.
Semelhantemente ao verificado em 2024, o Peugeot 2008 segurou a segunda posição da lista de matrículas de ligeiros de passageiros novos (7.463 unidades), tendo visto, porém, a sua quota de mercado cair de 3,59% para 3,32%.
O Dacia Sandero, que a 31 de dezembro de 2024 assumia o lugar de rei das matrículas em Portugal, cai, um ano depois, para o terceiro posto, com 6.670 matrículas (uma queda de 14%), tendo agora uma quota de mercado de 2,96% no nosso país.
Conheça a lista dos 50 automóveis mais vendidos em Portugal em 2025
No top 10 estão presentes:
- 4 modelos do Grupo Renault (Renault Clio, Dacia Sandero, Dacia Duster e Renault Captur)
- 4 modelos da Stellantis (Peugeot 2008, Citroën C3, Peugeot 208 e Peugeot 308)
- Tesla Model 3
- Mercedes-Benz Classe A
Muitas semelhanças com 2024
Tal como no ano passado, marcas históricas como a Alfa Romeo, a Honda, a Mazda, a Mitsubishi ou a Suzuki não colocam nenhum modelo no top 50 de matrículas em Portugal.
A primeira entrada da Volkswagen volta a ser na 21.ª posição, com o bestseller T-Roc. O pequeno SUV fabricado na Autoeuropa é novamente o VW mais vendido em Portugal, com mais 58 registos do que os verificados no período homólogo.
O Golf volta a não constar da lista.
Matrículas de ligeiros de passageiros por marca
A Peugeot volta a ser a marca com maior número de matrículas em Portugal. O emblema francês da Stellantis matriculou 21.664 unidades em 2025 e possui agora uma quota de mercado de 9,63%.
A Renault e a Mercedes-Benz fecham o pódio das marcas preferidas pelos consumidores portuguesas, em segundo e terceiro lugar, respetivamente.
























